{"id":213,"date":"2003-07-12T04:47:08","date_gmt":"2003-07-12T01:47:08","guid":{"rendered":"https:\/\/sandrobenigno.com.br\/blog\/?p=213"},"modified":"2019-09-30T01:18:33","modified_gmt":"2019-09-29T22:18:33","slug":"esculturas-materiais-compostos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sandrobenigno.com.br\/blog\/2003\/07\/12\/esculturas-materiais-compostos\/","title":{"rendered":"Esculturas &#8211; Materiais Compostos"},"content":{"rendered":"\n<p>Fiz algumas experimenta\u00e7\u00f5es com massa ep\u00f3xi e outros materiais, buscando est\u00e9ticas distintas em cada uma delas. O resultado foi bem satisfat\u00f3rio, com um aprendizado valioso. <\/p>\n\n\n\n<p>Estas esculturas foram planejadas e modeladas em m\u00f3dulos. A etapa da colagem finalizou a composi\u00e7\u00e3o, dando volume na est\u00e9tica desejada.<\/p>\n\n\n\n<p>O conceito da escultura da aranha partiu da ideia de que a forma das teias seriam produto de uma interven\u00e7\u00e3o narc\u00edsica. Isso, como se a aranha, em algum momento, tivesse adquirido consci\u00eancia de suas pr\u00f3prias formas e, ent\u00e3o, projetasse nos objetos a sua rede, espalhando-a \u00e0 semelhan\u00e7a de seu pr\u00f3prio corpo. Isso explicaria  a forma conhecida do emaranhado das teias, que parte de um n\u00facleo central, de onde se estendem todos fios longos, como as patas  de uma grande aranha, se desdobrando em n\u00f3s articulados e pegajosos (ser\u00e1 que, de alguma forma, fazemos o mesmo?). <\/p>\n\n\n\n<p>Na \u00e9poca, n\u00e3o conclu\u00ed a escultura. A aranha seria colocada num espelho quebrado (mais uma refer\u00eancia ao mito de Narciso). O vidro do espelho deveria ser trincado, a partir de um \u00fanico ponto de impacto, \u00e0 semelhan\u00e7a de uma teia de aranha.<\/p>\n\n\n\n<p>Aconteceu que, um belo dia, um amigo se descuidou de seu filho. Da\u00ed, a crian\u00e7a se dependurou na aranha, tentando arranc\u00e1-la do fio. Quebrou a escultura em zilh\u00f5es de peda\u00e7os. N\u00e3o segui com minha inspira\u00e7\u00e3o. Quem sabe algum um dia a refa\u00e7a&#8230;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"764\" height=\"450\" src=\"https:\/\/sandrobenigno.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2003\/07\/Aranha_1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-219\" srcset=\"https:\/\/sandrobenigno.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2003\/07\/Aranha_1.jpg 764w, https:\/\/sandrobenigno.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2003\/07\/Aranha_1-300x177.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 764px) 100vw, 764px\" \/><figcaption> Massa ep\u00f3xi, arames e uma esfera de desodorante roll-on. Ap\u00f3s modelagem e colagem, foi pintada com spray de tinta \u00f3leo, numa estufa improvisada.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O T-rex \u00e9 uma elabora\u00e7\u00e3o que partiu de uma reflex\u00e3o sobre os v\u00e1rios caminhos da evolu\u00e7\u00e3o. As formas geom\u00e9tricas come\u00e7am, partindo da base \u00e0s extremidades, com apenas quatro lados. Elas v\u00e3o tomando caminhos evolutivos diferentes (inicialmente, tomando a forma hexagonal). Isso continua, no fio que conduz as muta\u00e7\u00f5es (neste caso, literalmente, um fio condutor). Ocorre que h\u00e1 tanto regress\u00f5es \u00e0 forma inicial, quanto desdobramentos em formas mais org\u00e2nicas. A consequ\u00eancia do todo \u00e9, na sua forma final, uma provoca\u00e7\u00e3o, uma vez que remete aos prim\u00f3rdios da vida na terra.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"932\" height=\"362\" src=\"https:\/\/sandrobenigno.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/60329952_10210175929674055_2475403941488099328_n.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-215\" srcset=\"https:\/\/sandrobenigno.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/60329952_10210175929674055_2475403941488099328_n.jpg 932w, https:\/\/sandrobenigno.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/60329952_10210175929674055_2475403941488099328_n-300x117.jpg 300w, https:\/\/sandrobenigno.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/60329952_10210175929674055_2475403941488099328_n-768x298.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 932px) 100vw, 932px\" \/><figcaption>Um fio de cobre e v\u00e1rias pe\u00e7as em massa ep\u00f3xi. Pintura feita com spray de tinta \u00f3leo preta e, em seguida, texturizada com uma esponja e tinta \u00f3leo na cor bronze. A inten\u00e7\u00e3o foi a simula\u00e7\u00e3o de uma escultura com pe\u00e7as em metal, soldadas rusticamente.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fiz algumas experimenta\u00e7\u00f5es com massa ep\u00f3xi e outros materiais, buscando est\u00e9ticas distintas em cada uma delas. 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